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MULHERES E CARROS: UMA HISTÓRIA DE LONGA DATA

É oficialmente o mês história das mulheres e a Dirigindo Bem ressalta algumas delas que influenciaram a indústria automotiva, como Bertha Benz e Helene Rother

Como forma de homenagem ao Dia Internacional da Mulher, 8 de março, a Dirigindo Bem lembra um pouco de que as mulheres, desde a invenção do automóvel, não tiveram um papel passivo e parabeniza todas que lutaram para conseguir uma reavaliação das visões tradicionais de seu papel na sociedade.

Pensando no incentivo e aprendizado, a empresa faz questão de citar alguns nomes recorrentes na história automotiva, um deles é Bertha Benz. Enquanto seu marido Karl Benz trabalhava na oficina de um dos primeiros veículos com motores de combustão interna, ela decidiu usar o protótipo para levar seus filhos para ver a avó. Inicialmente, Bertha queria provar que a invenção de seu marido poderia ter alguma autonomia e estava pronto para entrar em produção.  Em 1888, aos 39 anos, Bertha Benz tornou-se a primeira pessoa a completar uma viagem de longa distância em um automóvel. Isso ajudou a popularizar a última invenção de Karl. Os historiadores acreditam que ela levou uma média de 15 horas.

Outros destaques de pioneirismo automobilísticos incluem dois nomes: a Duquesa d’Uzés, a primeira mulher a ter o certificado de motorista em 1898 e Camille du Gast, a primeira mulher a dirigir carros de corrida.  Na época, a maioria das mulheres a ter um carro ou conseguir acesso à mobilidade proporcionada por eles era limitado a burguesia e aristocracia.

Outro destaque é para a Helene Rother que em 1943 juntou-se à equipe de funcionários da General Motors e foi considerada a primeira mulher a trabalhar como designer feminina automotiva.

Vindo para os dias atuais, a Dirigindo Bem também faz questão de enaltecer narrativas de mulheres as quais venceram o medo de dirigir e veem a superação junto do automóvel como liberdade, oportunidade de trabalho e praticidade no dia a dia, etc.

Um caso de superação é da Madalena Castro. A dona de casa procurou a franquia por sentir muita ansiedade e, principalmente, pelo filho Rodrigo Castro que possui uma patologia rara conhecida como Leucodistrofia.  Ele foi o principal motivador para ela buscar ajuda.  “Após algumas aulas, voltei a confiar em mim mesma como condutora. Hoje, posso finalmente dirigir meu próprio carro e levar o Rodrigo à fisioterapia”.

Há mais de 16 anos, a Dirigindo bem utiliza treinamento prático e psicológico para atendimento dos alunos, para que sejam superados medos, traumas, falta de prática e insegurança no volante.

Mais informações através da Central de atendimento Dirigindo Bem no telefone 0800 002 0221 ou pelo site www.dirigindobem.com.br.